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Estado de São Paulo lança as primeiras Escolas de Técnicas de Economia Criativa

Estado De São Paulo Lança As Primeiras Escolas De Técnicas De Economia Criativa
A partir da esquerda, Márcio França; o vice-prefeito de Santos, Sandoval Soares; e Laura Laganá | Foto: Divulgação

Com o objetivo de desenvolver a criatividade dos jovens com idade acima dos 16 anos e facilitar sua inserção no mercado de trabalho, o Governo do Estado de São Paulo lança a Escola de Técnicas de Economia Criativa (Etecri). A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI) tem o Centro Paula Souza (CPS) como parceiro. O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Márcio França, participou do evento em Santos nesta quarta-feira, dia 27 de setembro, às 11 horas, que teve a presença da diretora-superintendente do CPS, Laura Laganá, e outras autoridades. A unidade de São Vicente foi inaugurada na sequência. Cada instalação, que recebeu um investimento no valor de R$ 984 mil, conta com dois laboratórios (Informática e Multifuncional) além das salas de aula.

Inicialmente, os cursos de qualificação com duração entre 100 e 160 horas, distribuídas em até três meses, serão oferecidos em dois postos na Baixada Santista: no imóvel localizado na zona noroeste de Santos e no Tripulantes do Futuro, em São Vicente. Serão disponibilizadas 1.200 vagas por escola.

As duas unidades da Etecri vão disponibilizar os cursos de Food Styling (gastronomia), Grafite, Práticas de Mídias Sociais, Recreacionista, Técnicas de Design de Moda, Técnicas de Web Design e Vitrinista, visando estimular a geração de emprego. As aulas serão ministradas pelos professores do Centro Paula Souza. Os interessados devem fazer sua inscrição pela internet.

Para França, o início das Etecris proporcionará um preparo diferenciado diante da informatização e consequente diminuição de mão de obra em algumas atividades profissionais. “O salário médio de quem trabalha com economia criativa é 25% acima da média, e o Estado já tem 1 milhão de pessoas trabalhando na área. Desta forma, a inauguração dessas duas primeiras escolas será o pontapé inicial para ampliar as estatísticas e preparar pessoas para funções que não dependam de máquinas, e sim do capital intelectual, inovação e criatividade”, destaca.

“Ciente de que há demanda por profissionais que o mercado não consegue contratar por falta de qualificação, a SDECTI em breve vai levar as Etecris a outros três postos localizados nos municípios de Campinas, Presidente Prudente e São Bernardo do Campo, totalizando uma oferta de seis mil vagas”, lembra Laura Laganá.

 

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