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Alunos com deficiência visual de Etecs e Fatecs terão scanners e leitores digitais para estudar

Alunos Com Deficiência Visual De Etecs E Fatecs Terão Scanners E Leitores Digitais Para Estudar
Crédito: Divulgação | A estudante Joyce Rodrigues Sena, da Etec Júlio Cardoso, em Franca, acompanha aulas com ajuda de scanner e professora auxiliar

Estudantes com deficiência visual de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado terão à disposição leitores de texto digitais, notebooks adaptados, scanners especiais, lupas eletrônicas e máquinas de escrever em Braille. Ao todo, serão distribuídos 67 aparelhos com tecnologia de ponta que facilitam o acompanhamento das aulas e o estudo extraclasse.  O Centro Paula Souza, responsável pelas Etecs e Fatecs, investiu R$ 500 mil na compra dos equipamentos, dentro de uma política de educação inclusiva que envolve outras ações.

Foram comprados 16 scanners especiais (ReadEasy Move) e 16 leitores de textos digitais (Victor Reader Stratus) para deficientes visuais totais. Cada estudante recebe um scanner, que digitaliza textos impressos, e um leitor eletrônico para poder ouvir com a qualidade de voz humana diversos tipos de arquivos gravados. Professores das Etecs e Fatecs serão capacitados pela ONG Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual).

A chegada do scanner à Etec Júlio Cardoso, em Franca, alterou para melhor a rotina de Joyce Rodrigues Sena, de 17 anos, estudante do 2ª ano do Ensino Médio. “Ela estava desanimada, faltando às aulas, e agora está novamente alegre porque consegue acompanhar todas as disciplinas”, conta a diretora da unidade, a professora Ana Augusta Gomes. Com ajuda de uma professora auxiliar durante as aulas, que manipula o scanner, a estudante consegue escutar o material dado para leitura pelos professores.

“Achei o aparelho muito bom, está sendo proveitoso”, diz a estudante. Atualmente, Joyce gosta mais das aulas de Português, especialmente literatura. Com o scanner, ela pode aumentar o número de leituras das disciplinas. “Acabei de ler ‘A Moreninha’, de Joaquim Manuel de Macedo”, afirma. Segundo ela, que pretende fazer faculdade de fonoaudiologia, o equipamento é acessível e fácil de manusear.

Outros equipamentos

Também foram adquiridas 3 máquinas de escrever em Braille, 2 notebooks adaptados e 35 lupas eletrônicas que permitem ampliar e capturar textos. Após a conclusão do curso, o material retorna à instituição para o uso de novos alunos.

A aquisição é voltada para a deficiência mais frequente nas unidades do Centro Paula Souza. Dos cerca de 400 alunos com necessidades especiais atendidos, mais de 25% têm problemas de visão. Entre outras ações inclusivas, a instituição também fornece transporte e mobiliário adaptados, tecnologias assistivas, intérprete de libras para acompanhar os alunos nas aulas e professor cuidador para estudantes com paralisia cerebral.

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