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StartUp in School começa edição de 2017 em oito Etecs

StartUp In School Começa  Edição De 2017 Em Oito Etecs
Crédito: Divulgação | Alunos da Etec Sebrae durante a comemoração pela conquista do prêmio de melhor app em 2016

Já foi dada a largada da segunda edição do programa StartUp In School, uma parceria do Centro Paula Souza com o Google e a consultoria Ideias de Futuro. Em 2017, oito Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) Albert Einstein (Capital), Bartolomeu Bueno da Silva (Santana de Parnaíba), Carapicuíba, Doutora Ruth Cardoso (São Vicente), Mauá, Praia Grande, Professor Camargo Aranha (Capital) e São Mateus (Capital) participam da iniciativa.

Assim como no ano passado, as unidades receberão durante o ano, em fases regionais, a visita de agentes para capacitar alunos e professores sobre empreendedorismo. Em suas escolas, os interessados deverão se dividir em equipes para criar um aplicativo inovador de impacto social e com potencial para se tornar uma startup.

Os vencedores de cada Etec participante se enfrentam numa fase online. Neste ano, os autores dos quatro melhores projetos visitam o Google para um dia de atividades e dois deles serão escolhidos para receber três meses de mentoria, a fim de aprimorar o desenvolvimento dos trabalhos.

“O StartUp In School muda a dinâmica das escolas pelas ferramentas que insere no processo de aprendizagem e mostra que é possível empreender na escola. Com as competências adquiridas, os alunos entendem como ser protagonistas do seu futuro”, afirma o coordenador de projetos do Centro Paula Souza Gislayno Monteiro.

Como o programa foi um sucesso em sua primeira edição, a organização optou por selecionar as escolas por meio de inscrições espontâneas. “No ano passado houve bastante procura de outras Etecs. Desta vez, pedimos que as unidades realizassem sua inscrição por meio de um vídeo e selecionamos as oito”, conta Monteiro.

Premiados

Três trabalhos foram premiados em 2016: Walp, da Etec Jorge Street, de São Caetano do Sul; Do2Gether, da Etec Ruth Cardoso, de São Vicente; e SOS Fácil, da Etec Sebrae, da Capital.

“Essa visão sistêmica de como organizar um projeto e como trabalhar na pratica, é algo que não conseguiria sem esse suporte. Foi uma oportunidade que caiu como uma luva”, conta Pedro Henrique Resende, um dos desenvolvedores do Walp. “Foi bem trabalhoso desenvolver o projeto, mas com certeza é algo que vale a pena. Nossa ideia já está virando realidade.” Os trabalhos desenvolvidos em 2016 estão na fase final do período de mentoria com a Ideias de Futuro.

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