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Centro Paula Souza contabiliza furtos e vandalismo após reintegração de posse

A sede administrativa do Centro Paula Souza voltou a funcionar normalmente após a reintegração de posse ocorrida na manhã desta sexta-feira, 6. Depois de realizada a perícia no prédio, os cerca de 500 funcionários da instituição voltaram a seus postos de trabalho. Os ocupantes deixaram um rastro de destruição e vandalismo. Danificaram portas, móveis e equipamentos; furtaram HDs e pentes de memória, pen drives e aparelhos de telefone, além de objetos e dinheiro de funcionários; arrombaram gavetas e armários; colaram telefones e computadores às mesas.

Poucas horas depois da reintegração, a polícia devolveu ao Centro Paula Souza quatro notebooks, 15 pentes de memória, um projetor, cinco web cams e três placas de vídeo, entre outros itens, que ocupantes haviam tentado tirar do prédio durante a noite. Quatro adultos e um adolescente foram encaminhados ao 2º DP (Bom Retiro). O caso foi registrado como furto qualificado, associação criminosa, corrupção de menor de 18 anos e ato infracional. A diretora-superintendente da instituição, Laura Laganá, qualificou a ação dos manifestantes como “criminosa”.

“Estou indignada com o ataque a esta instituição. O prédio está muito destruído e muitos equipamentos foram furtados. É uma pena uma instituição que só faz o bem à juventude de São Paulo sofrer um ataque cruel como esse”, disse a diretora-superintendente. “É um ato de vandalismo contra uma instituição séria e competente, que tem trabalhado muito pelo Estado de São Paulo.”

A instituição registrou boletins de ocorrência listando todos os danos sofridos. Além disso, a ocupação de oito dias prejudicou a realização de serviços como o pagamento de terceirizados, a expedição de diplomas de estudantes e a contratação e capacitação de professores.

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