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Alunos da Etec de Araraquara criam capacete automatizado para motociclistas

Alunos Da Etec De Araraquara Criam  Capacete Automatizado Para Motociclistas
Crédito: Gastão Guedes | Maior parte dos materiais selecionados pelos estudantes para desenvolver o projeto foi reaproveitada

Estudantes da Escola Técnica Estadual (Etec) Profª Anna de Oliveira Ferraz, de Araraquara, desenvolveram um Capacete Wireless Automatizado para motociclistas. A partir de comandos de voz, é possível abrir e fechar a viseira, ligar e desligar a moto e até acionar o portão da garagem. A ideia dos alunos do curso técnico de Mecatrônica é facilitar o dia a dia dos motoqueiros e conscientizá-los sobre  a importância do uso da viseira fechada, para evitar acidentes e lesões nos olhos. O projeto, criado pelos estudantes Guilherme Bueno Francelino, Leonardo Silva Riqueto e Kelven Ademir Barbieri como trabalho de conclusão de curso, já teve seu processo de pedido de patente iniciado por meio da Agência Inova Paula Souza.

“O projeto é inovador e criativo na execução de tarefas por comando de voz, sobretudo porque atende às necessidades dos motociclistas quanto ao conforto e segurança”, avalia o professor Reinaldo Haddad, orientador da pesquisa. “É um trabalho promissor com grandes chances de comercialização no mercado.”

Premiado na 10ª Feira Tecnológica do Centro Paula Souza (Feteps), o capacete utiliza microprocessador, microfone e tecnologia Bluetooth para captar a voz e executar os comandos. A programação permite o reconhecimento de apenas uma voz e chega a combinar duas funções no mesmo comando. Uma delas é o fechamento automático da viseira quando o motociclista dá partida no veículo. Clique e assista ao vídeo que demonstra o funcionamento do protótipo.

“Eu uso o capacete quando saio com a minha moto e as pessoas demonstram curiosidade ao me ver testar os comandos de voz. Outros motociclistas querem saber como funciona o mecanismo e perguntam se o modelo já está disponível para comprar”, conta Guilherme.

Ecológico

Além de inteligente, o produto é ecológico. A maior parte dos materiais selecionados pelos estudantes foi reaproveitada. Pela pesquisa inicial, os alunos estimam que o capacete poderia ser vendido por cerca de R$ 900.

“Nosso objetivo é lançar o produto no mercado respeitando o Inmetro”, diz Guilherme, que continua trabalhando no aperfeiçoamento do projeto com seus colegas de turma. “Haverá uma atualização em relação à segurança antifurto”, adianta.

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