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Aluno da Fatec Indaiatuba cria software para mapeamento de problemas no município

Aluno Da Fatec Indaiatuba Cria Software Para Mapeamento De Problemas No Município
Crédito: Divulgação | Mapa colaborativo permite que sejam marcados 37 tipos de problemas nas ruas da cidade

Com o objetivo de criar uma ferramenta para colaborar com a resolução de problemas nas ruas do município onde mora, o estudante Russell Alexandre Bega utilizou os conhecimentos obtidos na Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) de Indaiatuba e desenvolveu um mapa colaborativo para estimular a participação do cidadão no registro de problemas estruturais da cidade.

O projeto recebeu o nome de IndaiaFIX e foi apresentado como trabalho de conclusão do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Durante sua elaboração, o programa recebeu o cadastro de 273 usuários, que apontaram 13 circunstâncias que necessitavam de atenção, como ruas esburacadas, falta de iluminação, pontos de ônibus depredados, etc.

O sistema conta com 37 situações que podem ser marcados pelos usuários no mapa. As observações ficam abertas para comentários de outros internautas e há um botão para acompanhamento do status de resolução do problema.

De acordo com o orientador do trabalho, Aldo Pontes, a iniciativa ajuda a alertar sobre pontos críticos ao mesmo tempo em que permite maior interação entre o cidadão e o poder público. “A ferramenta pode se tornar uma forte aliada no exercício da cidadania, à medida que estimula maior participação social”, afirma.

Cooperativas no mercado internacional

Outro trabalho de conclusão de curso que obteve destaque na Fatec Indaiatuba em 2014 foi apresentado pela aluna do curso de Comércio Exterior, Thays Kelly de Oliveira. Ela pesquisou as possibilidades que o sistema de cooperativas e associações oferece como mecanismo de inserção e permanência de micro e pequenas empresas no mercado internacional, a partir de um estudo de caso sobre a Associação de Artesãs do Pontal da Barra (AAPB), localizada em Maceió – AL.

Após realizar uma série de entrevistas com as artesãs, o estudo apontou que os microempresários se fortalecem e possuem maiores chances de inserção no comércio exterior quando organizados, seja por meio de sistemas de associativismo ou cooperativistas, a exemplo da AAPB, que ganhou notoriedade por exportar seus famosos bordados de “filé” a países como Argentina, Chile Colômbia e Honduras.

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